A Indústria Pornográfica – Boicote à degeneração sexual

Por Gabriel Miquelan

A indústria da pornografia cresce cada vez mais com o decorrer das décadas. Pesquisas já apontam que mais de um terço de todo material exposto na internet é composto pelos mais variados tipos de pornografia. Esta indústria produz bilhões de dólares todos os anos e é responsável por inúmeros crimes além de reproduzir uma enorme decadência moral em quem consome e faz parte deste mercado.

Para começar, o consumo de material pornográfico causa tanto vício quanto o cigarro ou o álcool, quem consome este tipo de material tem tendência a se aprofundar cada vez mais no submundo da indústria sexual, procurando os mais variados tipos de filmes, fotos e qualquer outro tipo de reprodução pornográfica. O consumidor começa por vídeos “convencionais” e conforme se aprofunda neste mercado, passa para conteúdos mais pesados, indo para os que expõem agressão, humilhação, simulação de violação sexual (ou até estupros reais), pedofilia, zoofilia, necrofilia e até possíveis mesclas de todos estes atos doentios.

Os mais jovens são sempre os mais expostos à este tipo de material, o que causa uma desvirtuação da sua percepção da realidade e a objetificação das pessoas e do prazer, tudo acaba por tomar uma conotação sexual, e ainda em fase de desenvolvimento e de conhecimento da própria sexualidade, os materiais expostos apresentam uma falsa realidade das vítimas (lê-se atores) do mercado pornográfico, com padrões corporais absurdos, causando uma sensação de decepção e insuficiência no jovem. Esse sintoma tem efeito também na vida conjugal daquele que consome pornografia, pois acaba projetando uma ideia de perfeição no cônjuge, fazendo-o nunca estar suficientemente bonito ou estimulador.

Este são apenas alguns malefícios que são causados em quem consome, mas do outro lado das lentes a realidade é ainda pior. Pelo menos 90% das atrizes desta indústria já sofreram algum tipo de abuso sexual quando crianças, caso da ex-atriz Shelley Lubben que já expôs a realidade ao qual ela e outras milhares de mulheres sofreram ao entrar no mundo da pornografia. Lubben explica que até 99% dos atores já tiveram alguma DST na vida. Este mercado de entretenimento sexual ainda é responsável pelo tráfico de pessoas, o tráfico e o consumo de drogas e principalmente a morte. Devido ao esforço exigido para gravar cena após cena e diversos filmes num só mês, muitos atores recorrem ao uso de cocaína e heroína para as gravações. Outro fato sobre a pornografia é que a maioria das atrizes não consegue passar muito mais do que os trinta e cinco anos de vida.

A indústria pornográfica movimenta bilhões de dólares explorando o sexo, objetificando o ser humano e estimulando o uso de entorpecentes pesados. É uma verdadeira indústria da morte, traficante, perigosa e degenerativa, sua principal função é fazer muito dinheiro com poucos minutos de prazer, enquanto oculta em seus bastidores uma podridão moral que rebaixa o ser humano ao seu mais fétido nível moral.

A Ação Identitária Paulista se posiciona contra esta indústria que denigre a imagem de homens e mulheres, desestabiliza a realidade da vida sexual e amorosa e entorpece a visão dos jovens e adultos. Por meio deste artigo promovemos o boicote a qualquer tipo de reprodução pornográfica.

Contra a futilidade, contra o mercado assassino e pela reconstrução do paulista, Junte-se à nós!

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