Mens Sana in Corpore Sano

Por Gabriel Miquelan

Analisando a vida do homem primordial é impossível afirmar que a força era uma necessidade secundária para a existência e segurança da humanidade.
Até as tarefas mais simples demandavam força no ambiente hostil em que vivemos por milhares de anos. Pescar, caçar, defender-se de feras e caminhar longas distâncias (ou correr, dependendo da situação) eram atividades cotidianas e os que não fossem capazes de exercê-las eram deixados para trás e naturalmente, morriam.

Com o passar do tempo, pequenas comunidades humanas foram se formando ao redor do mundo, abandonando gradativamente um período de nomadismo da espécie, desenvolvendo sociedades até que chegassem às nossas mais atuais. Mas essa transição não foi tão simples, a nova concepção de ‘nós e eles’ não era somente a família ou o indivíduo, agora havia muito mais famílias nas rudimentares sociedades ancestrais, e como sabemos olhando para o nosso passado, essa nova realidade foi marcada por batalhas e guerras das mais sangrentas imagináveis. Ainda nesse período a força física era de enorme importância para o homem, pois agora não seria atacado por uma ou duas feras, mas sim por exércitos de tribos inimigas. Tornou-se necessário então que se desenvolvessem estratégias diplomáticas para evitar a hostilidade, sendo os primeiros traços de civilização do homem.

Hoje em nossas sociedades modernas, temos significante conforto em comparação ao que era a vida humana há séculos atrás. Este maior conforto em relação a assuntos diplomáticos internos e externos ao qual tínhamos que lidar, nos deu a oportunidade de desenvolver nossas mentes para assuntos de grande importância como a educação, o avanço científico na medicina, educação e etc. Porém, ao tempo que fomos avançando estas novas ciências, abandonamos um cuidado outrora essencial (e que prossegue sendo), a saúde física

Por conta da vida moderna, estamos quase o tempo todo trabalhando em empregos que nos forçam a passar horas sentados e/ou realizando movimentos repetitivos que podem causar todo tipo de mal às articulações, ossos, a coluna e etc. Ainda temos que passar horas dentro de transportes públicos ruins que tomam quase todo o nosso dia, e quando chegamos em casa começa a nossa parcela de culpa com a nossa fraqueza: se jogar no sofá. O desdém a fisicalidade torna o homem cada vez mais fraco, tornando-o até doente.

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É necessário que homem seja forte em todos os sentidos para que possa reagir à máquina de zumbificação da modernidade, tanto intelectualmente como no caráter e fisicamente. Numa vida de ativismo político o conhecimento é sempre necessário e buscá-lo cada vez mais para que se desenvolva é imprescindível, e o caráter para afirmar suas posições é o que complementa o conhecimento. Mas neste ambiente nunca se sabe quando uma situação hostil deverá ser enfrentada, por isso, além da força intelectual e de caráter, é necessária a força física para que se possa reagir se nossas posições sejam questionadas de forma violenta e inesperada.

A boa forma física, além de nos tornar saudáveis, nos dá autoconfiança e nos faz sentir uteis para qualquer situação emergencial e de risco, e ainda nos faz felizes esteticamente. Estar feliz e ter funcionalidade com o corpo é o complemento essencial para a força intelectual e de caráter.

O caminho mais efetivo para que voltemos a cultivar nosso físico e nos manter saudáveis, é encorajando desde cedo os pequenos a praticarem todo tipo de esporte e atividade física, deixando de segundo plano os videogames, celulares e a televisão, encorajando-os a aproveitar a vitalidade e a juventude que lhes é uma dádiva para que no futuro não se tornem seres dependentes de tratamentos médicos e que desperdiçam seus dias e suas vidas com a tecnologia excessiva tornando-os escravos de mundos virtuais.

A Ação Identitária Paulista apoia a e realiza atividades físicas de qualquer natureza para que das menores às maiores faixas etárias o paulista desenvolva seu corpo e saúde a fim de promover um ser humano completo de intelectualidade, virtude e fisicalidade, que seja capaz de construir um futuro e reconstruir a tradição de nossa terra, com corpos e almas fortes prontas para combater a destruição de nossa identidade em qualquer campo possível.

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